.comment-link {margin-left:.6em;}

sábado, março 30, 2013

Emigrámos...

Considerando que esta é uma vida nova num novo lugar, mas sobretudo com um bichinho novo a acompanhar, Pug e Caiê emigram mais uma vez (agora com David) e também de blog, onde hão-de estar as novas aventuras. 

Minhauuuuuuu! 

Foram anos muito bons, em muitos lugares / países. Pug, companheira de sempre, continuará. 

terça-feira, fevereiro 03, 2009

(...)



Há outra coisa muito invulgar neste pequeno humano. Ele desorientou completamente a (antes já de si desorientada) minha (muito pouco) dona. Ela agora mexe muito com as mãos e fala de uma forma mais espaçada. Mas de facto, ela aprende. As mãos dela tornaram-se mais espertas.




E eu que pensava que já tinha visto tudo no que toca à comunicação destes humanos... Na realidade, eu ainda só agora comecei.






O que acontece dentro do universo de um rapazinho que não sabe que o seu nome é diferente dos outros nomes? O que acontece dentro do universo de um rapazinho que tem a desvantagem de não ouvir as buzinas dos carros, como eu, Gata, ouço? E a suprema desvantagem de não ouvir música? Nem a voz da mãe? Na verdade, eu só agora, mea culpa, me interroguei.






Talvez não ouvir seja um pouco como viver eternamente no fundo do mar.







segunda-feira, janeiro 26, 2009

Pug is b(l)ack



































Foto: Pug always in search of new places. Why not the sink this time? (And why the hell do they call it the sink?!)

Minhaufff. Há mais de um ano que não ponho as patinhas neste blog. Entretanto, miei por tantos lugares... Photos can give you a rough idea. Mas isto é vulgaris e não seria tal que me roubaria o tempo. A vontade de blogar é que se foi. Completamente. E como a Gata Preta só faz o que lhe dá prazer...

Além disso, tenho novos habitantes na toca. Logo vi que isto da barriga da dona a crescer não ia acabar numa explosão, tipo piñata. Minhaufff. Acabou com um ser humano ínfimo, que não come sem ajuda, não se move sem ajuda e precisa que lhe dêem banho. Nem mesmo é capaz de limpar o rabo quando se suja. Yargh! E nunca o vi na casa de banho. Não lhe deram uma caixa de areia o que complica um bocado as coisas. Achei-o deplorável e muito anti-ecológico desde o primeiro dia. Gasta imenso de tudo!
... Confesso, porém, que tenho um bocadinho de pena dele. Vejo-o com alguns esforços no sentido de tentar coordenar os seus movimentos. É notável a incapacidade que tem de fazer coisas básicas como meter o dedo no nariz (coisa que parece ser de grande relevância e intimidade na espécie humana) ou coçar-se (indispensável a qualquer mamífero, eu que o diga!).

sábado, janeiro 05, 2008

We'll be b(l)ack!


Pronto, lá vamos navegar novamente, com este frio do caneco (e sabendo que quanto mais para Norte subirmos mais briol havemos de apanhar), com este mar impossível que está (e via e via), mas a Gata não tem direito a escolha, o capitão disse que está na altura de irmos para o mar novamente e lá vamos todos, gatos incluídos.
Portanto, até Fevereiro - mais borrasca, menos vendaval - que há-de ser quando chegamos a terra novamente.
Marraditas. So long!
Foto: Hugo Dias (para ilustrar o negrume, o negrume!...)

sexta-feira, janeiro 04, 2008

2 sentidos, 2 espécies "por una cabeza"

Por una cabeza
de un noble potrillo
que justo en la raya
afloja al llegar,
y que al regresar parece decir:
No olvidés, hermano,
vos sabés, no hay que jugar.
Por una cabeza,
metejón de un día
de aquella coqueta
y burlona mujer,
que al jurar sonriendo
el amor que está mintiendo,
quema en una hoguera todo mi querer.

Por una cabeza,
todas las locuras.
Su boca que besa,borra la tristeza,
calma la amargura.
Por una cabeza,
si ella me olvida
qué importa perderme
mil veces la vida,
para qué vivir.
Cuántos desengaños,
por una cabeza.
Yo jugué mil veces,
no vuelvo a insistir.
Pero si un mirarme hiere al pasar,
sus labios de fuego
otra vez quiero besar.
Basta de carreras,se acabó la timba.
¡ Un final reñido
ya no vuelvo a ver!
Pero si algún pingo
llega a ser fija el domingo,yo me juego entero.
¡Qué le voy a hacer..!

Tango de Carlos Gardel










Porque os gatos se movimentam. (e sentem pelos poros todos).

sábado, dezembro 29, 2007

Happy New Year mates!


Já vos deixei os meus votos aqui e, portanto, até para o ano que o mais certo é não poder voltar à internet até 2008! Tudo de bom.
Foto: mais do mesmo, "but when the lights are turning purple" says Dad.

quarta-feira, dezembro 26, 2007

So what do we do when Boxing Day is over?...


... Quando o Natal acaba, as pessoas já não têm desculpa para serem generosas, amáveis, para amarem o próximo, para darem a outra face, para procurarem a luz, para se lembrarem de quem nunca se lembram no resto do ano, para não discutirem, para deixarem de lado a hipocrisia e a violência.
Podem voltar a despejar as pessoas inconvenientes da família no asilo, na casa de saúde, no hospital, nas "escolas para crianças especiais", etc, etc. E não me venham dizer que na vossa família não há pessoas inconvenientes, pois mesmo que as tenham fechadas "convenientemente" num quartinho com uma senhora que trata delas, pois elas lá estão, mais ou menos bem tratadas, pouco amadas e muito pouco soluçadas quando (finalmente) se vão. O alívio é coisa que raramente se consegue esconder neste mundo.
Enfim, para o Ano voltamos a aliviar a consciência, tirando-as da cela e amando-as por dois dias no Natal. Ai, que lindo, o Natal. O amor de Jesus Menino é para todos, ámen.
Enfim, o Natal acabou e, portanto, acabaram também as bebedeiras, mas estas por alguns dias apenas, só até chegar ao Ano Novo, onde - com muito mais justiça e causa! - se pode beber à vontade, e com os copitos a mais tudo é desculpável: andar a cem à hora e atropelar um tipo qualquer que não tinha nada que estar ali no meio da rua, se por acaso lhe partirmos a espinha foi azar, chamar nomes à filha-de-quem-se-gosta-muito-mas-tu-sabes-linda-que-o-pai-perde-a-cabeça-quando-bebe-isto-não-tem-mal-amanhã-já-esquecemos-isto-os-dois!, ou pior, ou pior, mas nem falemos disso.
O Natal. Agora que se acabou o rufe-rufe dos embrulhos de prendas e que dos perús e bacalhaus só restam ossos e espinhas e está tudo a tomar Rennies, é agora que a mim me apetece dizer-vos:
um beijo de boas festas.
Para que não se esqueçam que podemos dar beijos todos os dias. Que não sejam beijos de Judas, please.