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sexta-feira, abril 28, 2006

Ffffffff, que canseiras # 2


Foto: alunos em exames, aqui. Posted by Picasa

Só deve haver uma coisa pior do que fazer exames. É atribuir notas.
Felizmente, está quase, quase no fim.
minhauffffff!

quinta-feira, abril 27, 2006

Estranhos Conceitos # 9, Intimidades...


the kiss of the enchantress Posted by Picasa

Então é assim, minhauuu... Nós, gatos, temos a vida muito facilitada porque em todo o lugar deste planeta, gato encontra gata (ou vice-versa), feromonas em acção, e a história não tem muito que se lhe diga, porque não nos pomos a conceptualizar e a filosofar sobre o assunto. Coitados destes infelizes humanos, porque, para além de se exprimirem em línguas diferentes (IDIOMAS, quero eu dizer!), têm questões culturais muito diversas que os levam a encarar estes assuntos íntimos de forma muito peculiar (e já nem falemos das questões particulares a cada um, que isso era pêlo para muitas patas!).

Qual não é a surpresa de um(a) latino(a) que se firme no Canadá - pois, que venha viver aqui, claro! - e encontre alguém com quem tenha um grau de intimidade maior (à falta de melhor definição). Esta gente vê as coisas de outra maneira. Agora, percebo o que querias dizer, Bill (Clinton, esse mesmo).

Resumo das ideias canadianas sobre o sexo:

1) gaja que se preze não abre as pernas, abre a boca. Sim, abrir as pernas é feio, é coisa mesmo de gaja que está com qualquer um. Que horror!
Já para não falar das doenças que se apanham com isso dos fluídos trocados (expliquem-me lá porque é que os machos não podem tocar nos líquidos das fêmeas, mas elas podem e devem... Sim, porque escusam de pensar, meninas, que isto do sexo oral funciona, neste país, para os dois lados.)

Já sei que, chegados a este ponto, uma grande percentagem de gajos pensa já imigrar para o Canadá. Mas olhem que não vale mesmo a pena porque (fontes italianas seguras) dizem que as moças SÓ deixam mesmo isso. Porquê?

2) porque sexo oral não é sexo. É uma brincadeira. Se até nem é coisa com que se possa perder a virgindade. AH AH AH! Embora eu aqui prefira um - ih ih ih!
Daqui resulta que há uma data de miúdas virgenzinhas, mas com uma boquinha muito treinada, que dizem muito ofendidas "E ele queria fazer amor comigo!!! Como é possível??? Que tipo de mulher é que ele pensa que eu sou??!!" E desfeiteiam, em dois tempos, a vida de um rapaz por uma proposta dele que até vinha muito a propósito, dado o que tinham estado a fazer.
De facto, até soa a diferente que a primeira coisa que se pense quando se está com alguém seja a oralidade, que me parece uma coisa que não acontece num primeiro encontro (enfim, o diferente não tem nada de mal, mas levado ao extremo já me chateia).

3) dormir com alguém (fechar os olhos e talvez ressonar, isso mesmo!), não tem intimidade alguma, é fruto da preguiça, segundo os canadianos. Já os gatos, se partilham o sono com outro, acham que isso é terrivelmente íntimo, muito mais íntimo do que o resto que mais se inventa... Afinal, o acto sexual pode apetecer com muitos, mas com quantos apetece dormir?

E agora deixo-vos a ruminar estas pespectivas, que tanto riso provocam à nossa rodinha de amigos (não-canadianos, living in this mad-hole) e levam ao desespero um dos nossos machos humanos residentes. minhauuuu. ;)

Ah! Não vou daqui sem dizer àquele sr. que diz que as mulheres fazem muitos posts sobre sexo (ui, lá se me escapou a palavra!) - é capaz de ter razão, não sei, eu nunca os contei! D-us me livre de fazer posts académicos, isso era trabalhar ... Que fique claro que eu não percebo nada de sexo. Ainda menos de amor (ou será ao contrário?). ;) ;)

quarta-feira, abril 26, 2006

Vida de Gato

Eu passo o tempo a falar aqui de Liberdade - para mim, o mais alto valor desta vida, seja ela vida animal ou vida humana. Logo, não fazia sentido ir tirar um dia especial ao calendário para puxar o discurso à Liberdade, eia, eia, corações ao alto, que bom que é ser livre. Eu sou livre todos os dias e, mais acrescento, quero que todo o ser vivo também o seja. Tenho muito respeito por quem lutou toda a vida para o ser, e não descansou enquanto não foi e esgatanhou e cuspiu na cara de quem o amordaçou e gritou bem alto o seu ideal; mas tenho horror (minto, tenho nojo e desprezo) àqueles que, uma vez livres, aceitam tomar outros como seus escravos.

Quero mais é ser gata toda a vida.
"Todo o mundo quer a vida que um gato tem."

Foto: best pals (funny pics)

segunda-feira, abril 24, 2006

Estranhas Entrevistas...

Num dos raríssimos momentos em que vemos TV, ouvimos esta entrevista dada por Karen Hughes - under-secretary of State for public diplomacy, ou, como ela própria se denomina "a intérprete dos E.U.A. para o mundo", uma senhora modesta, como se vê - a Charlie Rose, jornalista que tem um programa na WNED, cadeia norte-americana.


A entrevista foi dada em Dezembro. Isto era uma re-run, logo uma reposição de algo que já tinha passado (gostei muito de meter aqui esta emigrantada porque ficou bem com o que vai vir a seguir que me parece TUDO uma re-run, um onde-é-que-eu-já-vi-este-filme?)


Pergunta Charlie Rose à sra secretária de estado, perdão de Estado, a que se deve a hostilidade do resto do mundo (vejam bem, o RESTO DO MUNDO, bolas, coitados dos E.U.A., deve ser difícil...) contra a América. Ela diz que é natural, cito "people don´t like us because we rule the world" (e também porque são humildes, acrescentaria eu, mas eu não digo nada, porque não percebo nada de assuntos de estado, perdão de Estado).



E continua: "America speaks TO the world, not WITH the world." Ah, ficámos esclarecidos. Se falam PARA o mundo e não COM o mundo, então ouvir não é com eles... Obrigada, sra secretária, por reinvidicar a ignorância do seu país. Com líderes destes, está o povo americano lixado.



Charlie Rose muda de tema e passa a falar do terrorismo. A sra secretária tem uma opinião firme e nada racista. Não há que temer, ó gentes europeias e cristãs, podem vir para as américas à vontadinha porque "All terrorists are Muslims". Sim. Basta ser muçulmano, irmão, serás um potencial terrorista. Nada a fazer. Os gajos da ETA e do IRA foram um engano. Ou serão muçulmanos disfarçados? Atrevidos... Por pouco não me enganavam. ;)



Charlie Rose aproveita para falar do Iraque. Ah, a 'miga Karen acaba em beleza. "The Iraqui people is better now, with us, than it was before, with Saddam, as the pools show us." A sra secretária sabe que os iraquianos estão melhor desde a ocupação americana por sondagens feitas no Iraque. Sim, pois ela própria confessa, em seguida, que "I have never been to Iraque".
Ahn, é de mestre. No terreno, ela nunca pôs o pé, mas ela diz que sabe como vive o povão.

A esta sra secretária (de Estado) só lhe falta fazer um blog...

sábado, abril 22, 2006

Bordadinhos solidários


Daqui veio o desafio: divulgar, num post, uma associação humanitária ou de solidariedade social, nacional ou internacional.

Escolhemos a Cruz Vermelha Internacional por ser "imparcial, neutra e independente, exclusivamente humanitária", e "ter por missão proteger a vida e a dignidade das vítimas da guerra e da violência interna, bem como dar-lhes assistência."

Para a Cruz Vermelha Internacional, não existem religiões, cores, sexos, nacionalidades. Todos são humanos, todos merecem não sofrer. Para saber mais sobre a Cruz Vermelha Internacional, que está sediada em Géneve (Suiça), mas estende-se a todo o mundo, cliquem aqui .

Passamos o desafio a este burro solidário , a estas mães mulheres anónimas que sabem o valor desta foto, e ao frasco de mel que me obriga a pensar muito... Façam só se vos apetecer! :)

Foto: cartaz da campanha de protecção das crianças na guerra, retirado do site da Cruz Vemelha Internacional

A Pug e a Caiê agradecem ao "dono" da Pug pelo seu fabulástico click! ;)

Grandes Verdades


Pub. Posted by Picasa

Não faças aos outros o que não queres que te façam...

Ainda podem assinar a petição em:
http://www.thepetitionsite.com/takeaction/566342047

sexta-feira, abril 21, 2006

Estas Coisas da Língua # 2


minhau. Posted by Picasa

"We got so worried once we've realized Portuguese was not a Bird Course!"
"Minty! Did you see how the player throw that Biscuit ?" (não, nada disto é de comer!)
" Let´s hit off and grab a Cipaille " (esta, sim)
" It´s chilly, put on your Bunnyhug and your Tuque "
"Wow, you´re a true Eager Beaver, aren´t you?
"Damn all this. I'm giving up for today. Pass me a Micky."

E vem para aqui uma pessoa julgando que vai entender TUDO!...

quarta-feira, abril 19, 2006

Estranhos Conceitos # 8 - Dating


Há uma coisa que NUNCA entendi – pois bem sei que já devia ter entranhado porque já tive relações com anglo-saxónicos de quadrantes diferentes que chegassem para perceber, mas devo ser ingénua de todo em todo – que é o conceito de date.
Que raio é isso, deuses? Blimey, what the hell is a date? Se alguém (vulgo um gajo, no meu caso) me convida para irmos juntos a qualquer lado e remata com “so, Caiê, we have a date!” fico logo pior do que mal. Que treta... Significa isso que há jantar antes ou, quem, sabe depois? Significa que a refeição inclui sobremesa? A sobremesa sou eu?
Dilema, trilema, pânico cultural.
Um date inclui necessariamente a ideia de dormirmos juntos? Não. Mas também não exclui e, de facto, até deixa no ar a interessante nuance de que “talvez venha a passar-se qualquer coisa”. Mas quando? Naquela noite? Depois de algum tempo? Vejam bem a relatividade da coisa... Nunca e deixamos o assunto de molho? Dass, complicadíssimo.


Além disso, é very rude mencionar algo sobre o assunto. Qual? Este de não perceber bem qual o significado do date. Porque a outra parte – ele- diz logo que não lhe passa pela cabeça (e nunca lhe passou, evidentemente) ter alguma coisa connosco "hun, how did the thought ever crossed that wandering mind of yours", ao mesmo tempo que nos lança aquele ar de “é já a seguir, julgas que viemos aqui para petiscar camarões??!!”


Então, depois de me casar, a coisa piorou. Abro aqui um elegante parêntesis para assinalar que me casei com um desses exemplares cuja língua materna é o inglês e que provavelmente me chamou a atenção por, entre outras coisas, NUNCA me ter convidado para date algum,usando essa palavra– é o ser mais anti-cliché que conheço.


Dizia eu que depois de casar essa coisa do date transformou-se num problema ainda maior. Antes era um problema engraçadinho. Tormentoso, mas giro. Era o potencial namoradinho (reparem no sufixo, logo a coisa não ia longe...) que dizia “We have a date, right?” e eu ficava a pensar se lhe dava corda, se quereria ele corda ou nem por isso, e outras questões de grande temática filosófica e âmbito internacional. Agora, senhores, o caso muda de figura! Ui!

“Caiê, you're a married woman, am I right?” … “Yes, I am." ; “So tell me, why did you've accepted having dinner with me?”. Três segundos de intervalo em que estou pensando que nesta merda do dinner era mesmo eu o choclate que acompanhava o café. “Well, what does one thing has to do with the other?” ; “My dear, married women don’t go on dates with other men!”. Ok, point taken.

Então, envolve mesmo sexo, e ninguém me avisou?! E aquela frase do “we can go on this date as friends” que se vê nos filmes e que os ex boyfriends me dizem sempre? Ahn? Não conta?!
E que treta é essa da mulher casada?! Sim, que eu cá sou muita dona da minha c...abeça e acho que o meu marido é muitíssimo dono do seu p...ensamento, logo cada qual escolhe o que bem quer fazer e ninguém tem nada a ver com isso.
Olhe, faxavor. Era a conta pra mim e um prato de dates (de tâmaras, obviamente) pra este senhor. Humpf.


(Pug: hoje, deixei-a falar a ela para libertar os azeites. A foto é "Square Vert-Galant" De Doisneau. MinhauFFFF)

terça-feira, abril 18, 2006

Écoute-moi, M.


"Les femmes qui veulent être les égales des hommes manquent sérieusement d'ambition."

Jean-Marc Reiser

segunda-feira, abril 17, 2006

A Casa das Nações # 3

A Primavera chegou! :)
As estações aqui chegam subitamente. A neve chega mansamente - é mesmo como a Balada! ;) - a Primavera rompe sem aviso, mas a minha preferida continua a ser o Outono, fulgurante de vermelhos, que adorei!!!

Passámos uma "Páscoa" - bom, fizemos uma celebração entre religiões... - engraçada, com várias nacionalidades à mesma mesa e, logo, várias tradições e várias comidas. As amêndoas portuguesas estiveram presentes e o folar também! Os macedónios fizeram um impronunciável doce de amêndoa e um folar quase igual ao nosso, mas em trança (era muito mais bonito, confesso...). A Páscoa dos macedónios é na próxima semana, visto que são ortodoxos, e eu continuo a achar que podíamos ter feito a festa a meio da semana que vem... O chato é que nenhum de nós tem férias de Páscoa. E ainda dizem que profe tem vida fácil! Só em alguns lugares! ;) Os italianos fizeram a festa da "comida a sério", com as massas a valer e troçaram dos mangicakes a maior parte do tempo. Isto porque os nossos amigos mangicakes (= o nome trocista pelo qual a comunidade emigrante italiana trata os canadianos, por estarem sempre a enfardar bolos!) fizeram sobremesas de nata mil. Os russos pintaram ovos. Lindíssimos! :) Os chineses não fizeram coisa alguma na cozinha, porque realmente não lhes competia fazer nada excepto enfeitar a sala.

As crianças passaram um tempo fenomenal. Atiraram chocolate umas às outras, depois de descobrirem os Easter Bunny Eggs, e água para cima de nós; obrigaram o pessoal a andar atrás delas e foram advertidas em várias línguas que "assim não pode ser".

Surpreendi-me a miar, cá para mim, como é que um puto de três anos pensará e sonhará, tendo uma mãe que lhe canta em jugoslavo, um pai que lhe fala em francês, uma avó que lhe conta histórias em italiano e uma parafernália de gente à roda que grita, discute amigavelmente e tenta ensinar-lhe palavras nas suas línguas. Isto, sem contar, que entra na escola este ano e a professora falará, inevitavelmente, inglês.


Foto: Árvore, Downtown, by Caiê

quinta-feira, abril 13, 2006

Estranhas Tradições # 17, Origami


minhauuu!

Dá um trabalhão organizar coisas, por isso é que nós, gatos, nos sentamos a ver os outros transpirarem, barafustarem, rirem, atirarem os foguetes (ah, esta não, não houve foguetes... houve festa sem fchpum!) e dizerem no final "Correu muito bem", enquanto limpam o suor da testa.
Eu gostei muito deste World Nations Day, sobretudo porque fui lambendo petiscos daqui e dacolá, enquanto a minha "dona" trabalhava entre palcos.
Porém, o que mais apreciei foi ver a Caiê a fazer figura de urso (ou seria de geisha?) quando os japoneses, sempre solícitos, tentaram instruí-la na arte do origami.
"Qual é a figura mais fácil que se pode fazer?" perguntou ela, depois de aceitar tentar (a culpa foi de um italiano, muito persuasivo, que até convencia um pato a entrar na panela e a cozer-se com laranjas).
"Ah, uma flor é fácil..." diz a japonesa.
Fácil é aquele conceito relativo... Depois de maltratar o papel por quinze minutos, de lutar arduamente com uma folhinha simples, saíu esta flor, da qual muito nos envergonhamos.
Nem todos podemos ser jeitosos com as patinhas. ;) minhauuuu

terça-feira, abril 11, 2006

The Magician's Hat


Minhauuuu...
Surpreendo-me a mim mesma, muitas vezes, porque nem eu mesma sei como vou reagir, o que vou escolher naquele momento último e decisivo - o único, afinal...

Quem diria que sou uma Gata tão bem comportada?

A lata aberta, o atum convidativo, e eu passei ao lado (não por falta de vontade de roubar uma posta, entenda-se...)

Ah! minhauuuuu! Eu própria não me julgava tão boa menina.
Ou tão desdenhosa da facilidade?
Ou tão sentimental?
Ou... FFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!!!

Os gatos não pensam... mais... nisso. ;) Voilá tout.

domingo, abril 09, 2006

Estranhos Momentos # 6

minhauuuuuu....
Todas as manifestações que tinha visto, até hoje, no Canadá eram-me desagradáveis. Cartazes de pessoas, tremendo de frio, em frente ao Parlamento, protestando contra o facto dos homossexuais poderem casar - a lei é-lhes favorável mas nunca os livrou do estigma social -, ou outras, reclamando os direitos da criança não-nascida - do feto, sejamos claros! - , comparando-os aos direitos dos negros, dos aborígenes e das mulheres (nunca vi maior aberração em toda a minha vida!).

Finalmente, em Vancouver, uma manifestação, junto à Galeria de Arte, que me arrancou muitos sorrisos e que nunca mais hei-de esquecer.

"ARE WE THE GOOD GUYS?" era a interrogação do cartaz principal.
Depressa se percebia que era uma mobilização contra a guerra e a ocupação de países e / ou territórios, em que o Canadá estivesse envolvido - questões das terras "roubadas" aos canadianos nativos e da violência militar ainda usada contra eles (escolas nativas fechadas, sinais de "no indians allowed beyond this point" ainda usados nalguns - felizmente, muito poucos -locais) ; a questão do Haiti, onde estão forças canadianas -e outras...- para "promover a boa governação e a democracia", embora o Haiti tivesse um presidente democraticamente eleito (bem ou mal) por 92% da população; a questão do Afeganistão, onde estão tropas canadianas desde 2001 e não há quaisquer melhoras na situação do país, além de não haver LIBERDADE; e, claro, que também se falou da ocupação do Iraque, "the US imperialist war drive", que agora se há-de estender ao Irão.

Felizmente, em todos os lugares deste mundo, há muitos seres humanos aproveitáveis.
Sim, porque os gatos são estupendos, onde quer que eu vá! ;)

quinta-feira, abril 06, 2006

Estranhos Conceitos # 7, O Divertimento de Fim-de-Semana


minhauuufff

Gosto de Vancouver. É a cidade mais animal-friendly do Canadá, de entre aquelas em que estive até agora. As pessoas passeiam cães na rua e alimentam pombos, enquanto noutras grandes cidades canadianas ninguém se lembraria de tal, credo, espalha doenças, djizaz! ;)

(Um dia, hei-de falar da curiosa obssessão com a limpeza e com os germes.)

Além disso, um ser vivo que habite em BC é, naturalmente, mais bem-disposto só por estar em terra mais soalheira - a Primavera rebrilha lá quando ainda neva nestes lados e lá para cima. Claro, fosse eu humana e ainda acharia em Vancouver a vantagem das gentes serem mais "mente aberta" (terem a mente aberta não exprime bem, não, aqui a emigrantada gramatical fica melhor!) e acharem que a sexualidade é uma coisa lá com cada um e vale o que cada qual quiser fazer dela. Experimentem ter a mesma atitude nos outros centros e vão ver como eles vos mordem... quando vocês virarem as doces canelinhas.

Mio, mio e ainda não cheguei ao ponto que queria.
O Aquário de Vancouver é famoso. "Embrulha" os bichinhos aquáticos do Pacífico (oceano que continua a não me convencer, desculpa lá, "dono", mas por alguma coisa lhe chamaram Pacífico... mexe pouco... não é mar que se preze!) em tanques para as pessoas verem. Eu fui. Eu, pecadora, confesso que estava deserta por ver uma beluga. Nunca tinha visto uma beluga a não ser em cartazes e isso da "baleia que ri" assombrava-me.

Como tenho daqueles feitios que gosta de guardar o melhor para o fim (como a parte do atum que mais aprecio no fim da refeição, invariavelmente...minhauuuu) , passei por tudo antes das belugas. Fui ficando com as orelhas caídas, porque - como em todos os aquários e zoos - os bichos têm ar de estarem assim um bocado infelizes, um bocado quietos demais, pamonhas.
Então, as belugas, eram esta tristeza. Umas estavam deprimidíssimas e nem se mexiam e outras faziam sempre o mesmo movimento vertical e depois circular, vertical e depois circular... Não sei se foram criadas em cativeiro ou se vieram do alto mar (espero que não seja a segunda hipótese, porque se eu fosse gata de telhado e me fechassem em casa, arranhava o focinho de todos e todas), mas lá que estavam em crise, isso estavam.

E os humanos? Em dupla crise, porque pagaram para ver isto e até houve quem aplaudisse. :(

quarta-feira, abril 05, 2006

Post inteiramente familiar (passem já para o post abaixo!)


Puto pequeno:
minhauufff minhauuufff

oãn sedop raunitnoc moc 40 graus ed erbef !!!
uot ' otuim adapucorep...

êv es sarohlem !

Marraditas!


:(

Il faut faire confiance au maître



"La femme, c'est quand elle a 30 ans qu'elle est belle.

Avant, elle est jolie.

Aprés, ça depend d'elle."

;)

A Pug e a Caiê vão ter saudades tuas...

(Ainda há esperança, ainda falta um ano! minhauuu)

Foto: Psyche opening the golden box, Waterhouse

terça-feira, abril 04, 2006

Quando não nos dói a nós...

Vale a pena lembrar o que fazemos dentro de casa, para não andarmos com a célebre e elegante mania dos dois pesos e das duas medidas...

segunda-feira, abril 03, 2006

Que fazes na net, hein?! LOOSER!

sábado, abril 01, 2006

Memória Curta...


"Peço desculpa, Dr Portas, enganei-me na bandeira..."

Roubei este post daqui.

Realmente, a memória é selectiva e é curta.